Evolua em 2022

Esse é o ano de evoluir a forma de fazer segurança

O Brasil terminou o ano de 2021 de maneira turbulenta. Preços em disparada, inflação nas alturas, 14 milhões de desempregados e dólar valendo quase R$ 6,00, tudo isso em meio a uma pandemia que está prestes a completar dois anos.

No mercado de segurança, muitos conseguiram se reinventar e crescer mesmo diante de tantos desafios. Empresas que adotaram tecnologias e soluções inteligentes para realizar seus projetos foram de vital importância para o setor. Recursos como reconhecimento facial, controle de acesso sem toque, câmera com medidor de temperatura, contagem de pessoas, detecção de aglomerações, entre outros, ganharam destaque e foram os protagonistas.

Entretanto, companhias de prestação de serviços, principalmente as que oferecem soluções que tem como principal pilar o fornecimento de mão de obra para segurança, sofreram mais um baque: os reajustes salariais. Mesmo em um ano com retrações, o estado de São Paulo registrou um dissídio de 10,74% para a categoria de vigilantes. Num momento altamente desafiador para todos os segmentos de mercado, o repasse desse reajuste aos contratantes será um tema indigesto a ser tratado, e invariavelmente muitas dessas  empresas terão que absorver mais esse aumento em seus custos, mesmo com o desempenho do mercado não sendo compatível.

“Estamos vivendo um momento em que as empresas não estão com dinheiro sobrando e o modelo tradicional de como fazer segurança não é mais sustentável e eficiente. Por isso, os gestores que até ano passado estavam engessados nessa modalidade vão precisar mudar e compreender o novo movimento que está ocorrendo no mercado”, explicou Alexandre Chaves, CEO da C4i. “Hoje a dinâmica é fazer mais com menos. As tecnologias chegaram para transformar o segmento, possibilitando realizar projetos inteligentes, preventivos e de excelência, tudo isso tirando o ser humano de um lugar de inércia em todo o processo para uma posição de destaque, de tomador de decisões”, disse Alexandre.

O novo movimento citado por Alexandre é a segurança inteligente. Por meio de recursos tecnológicos de ponta, como inteligência artificial e aprendizagem profunda, é possível realizar um monitoramento ativo e preventivo, que antecipa riscos e até acidentes de trabalho.

No modelo tradicional, que tem sido realizado há mais de 60 anos, o sistema de monitoramento é passivo, o que significa que o alarme só dispara quando uma invasão já aconteceu. Além disso, cabe ao vigilante a função de analisar centenas de imagens para identificar algo errado ou fazer rondas pela instalação, o que pode ser ineficiente e muitas vezes um risco a mais para o profissional. 

Com o monitoramento inteligente é o sistema baseado em algoritmos que identifica os riscos ou não conformidades, alerta o profissional que está na sala de controle e mostra as imagens em tempo real da situação específica a ser analisada. Com essa consciência situacional do que está ocorrendo, o analista pode tomar a melhor decisão para manter o site protegido, sempre seguindo a matriz operacional do projeto.

“Além de ter redução de custos, é um modelo infinitamente mais seguro e que está cada vez mais consolidado no mercado. Está previsto que 2022 também não será um ano fácil economicamente, instabilidade, eleições, por isso é preciso começar a agir e buscar inovação, sair de um pensamento quadrado e abrir para novas formas de fazer segurança, ou esses tomadores de serviços vão simplesmente chegar a um ponto de precisar fechar as portas do seu negócio. É tempo de transformação”, concluiu Alexandre.

A Blindagem Monitoramento é uma empresa especialista em unir tecnologias, processos e pessoas para constituir um ecossistema de inteligência aplicada à segurança da família e do patrimônio. Se quiser saber mais sobre a solução de Monitoramento Inteligente da Blindagem, visite a página www.blindagemmonitoramento.com ou entre em contato via WhatsApp (74) 9 9902-4013.

Analíticos de Vídeos Sem Erros

Analíticos de vídeo: como utilizar e evitar erros?

Nós ensinamos para as câmeras o que elas devem enxergar através do uso de analíticos de vídeo, que nos permitem identificar uma série de comportamentos e situações geradores de alertas quando detectados.

Conseguimos, por exemplo, saber quantas pessoas estão no local e há quanto tempo; identificar um indivíduo que entrou em uma loja com o rosto coberto; mudança de comportamento das pessoas, como correndo ao invés de andando; retirada de objeto de um local ou o abandono de uma mochila, etc. Ou seja, existem muitas situações nas quais podemos aplicar analíticos e ter resultados extremamente assertivos.

A resposta...

O analítico de vídeo não é algo novo, é uma solução que já está no mercado há algum tempo. No entanto é necessário observar que o conjunto de tecnologias necessárias ao funcionamento dos analíticos (qualidade da imagem, resolução, capacidade de processamento, consumo de banda, entre outros) evoluiu muito, permitindo ganhos significativos de eficiência e assertividade.


No início, as tecnologias utilizadas baseavam-se em quebras de padrões (alterações no padrão de pixels), logo eram muito mais suscetíveis a erros. Ações como movimentos causados pelo vento, intensidade da chuva ou variações de luminosidade geravam um alerta. Como consequência, eram apresentados muitos “falsos alertas” que faziam com que os operadores descartassem boa parte dos eventos, fazendo muitas vezes com que o analítico caísse em descrédito.